segunda-feira, 18 de maio de 2009

Décimo Primeiro Encontro.

Não fui pra aula, Taynah me contou que ia ser alguma coisa relacionada a uma palestra. Ainda continuo me sentindo mal e não só psicologicamente, ando doente fisicamente com dores em todos os lugares do meu corpo. Sou muito mimada e quero chorar de cinco em cinco minutos, mas não consigo nenhuma.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Décimo Encontro.

Atrasada é pouco pro o que eu cheguei, assisti uma hora de aula. Não tinha idéia do que estavam falando. Só lembro ver Taynah, Jaqueline e Rodolpho sentados a frente de todos, com a Wlad questionando coisas sobre a cena, afinal eles tinha virado três diretores. Entrei muda e sai calada. Acho que nem recebi presença, mas eu estava realmente me sentindo mal. Não fui ao ensaio de quarta-feira com a Aninha. Só to levando porrada na cara e me sinto cada vez mais desmotivada pra fazer qualquer coisa, o que me deixa mais triste ainda.
Reage Luana, reage!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Nono Encontro.

Hoje era para o Michel nos dar aula, pois ele não levou o diário na aula passada e ficou esse exercício para ele no lugar, para a Crissie(eu tenho certeza que ta escrito o nome dela errado, mas não tenho idéia qual é o certo) também. Infelizmente aconteceu uma série de desencontros com ele pelo final de semana que o impossibilito de estudar, ele nos contou tudo o que havia acontecido e ele perecia bem desapontado com aquela situação. Ele explicou um pouco do pouco que ele conseguiu ler, que falava alguma coisa em relação o olhar teatral. Logo depois veio a Crissie que falou de “Bricolagem”.
Depois voltamos pra essas porcarias de diários, claro que não queria ler e enrolei o Maximo possível, uma hora tomei coragem pra aquilo acabar logo, cada vez que eu ia lendo mais me dava vontade de parar, mas já tinha começado a merda mesmo. Depois a Wlad resolveu falar de mim, ai pronto, me deu vontade de sair correndo da sala no exato momento, o pior de tudo, resolvi escutar o que ela tinha pra falar, já tava ali mesmo. Gostei das coisas que ela falou, me chamou atenção e ela não falou nenhuma mentira. Tenho muita dificuldade de estar num lugar com muitas pessoas que não conheço, chego a ter medo delas e me tranco sem contar que ando numa montanha-russa de sentimentos e ir pra escola só me faz lembrar mais disso. Achei necessário pra mim, só me aborreci um pouquinho porque de repente todo mundo começou a falar sobre isso e eu tava quase pra ter um piripaque de nervoso ali. Mas ok, ninguém falou nenhum mentira. Vou me esforçar mais pra me abrir com as pessoas, tenho muita certeza que estou no lugar certo na medida do possível, não quero ser professora, quero produzir! Mas to gostando de verdade do curso, to me sentindo muito bem nele e morando em Belém do Pará não quero fazer outra coisa da vida.
Penso em como a primeira vez de uma mulher, dói mas acaba sendo bom.


Depois de todo esse sofrimento um novo trabalho, em relação ao do coro, quem era diretor virava ator e vice-versa. No nosso caso, fiquei dirigindo a Aninha e o Allison e a Alyne sei lá o que se decidiram. A Regiane abandonou o curso, fiquei chateada, eu gostava bastante dela.
Ok, dirigir a Aninha, cada dia que passa gosto mais dela, como atriz, pessoa e tudo mais, não sei se é recíproco, eu com a tal da minha dificuldade de mostrar a coisas pras pessoas. Enfim, ela me mostrou a foto de um bichinho no banheiro e uma rua com uma praça de um lado e um muro do outro, falei pra ela pensar em como seria um bichinho bem pequeno numa rua grande que nem aquela. Enfim conversamos bastante e foi divertido, me fez até esquecer um pouco do trauma da hora anterior. Quarta-feira vamos ensaiar.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

OItavo Encontro.

Eu tinha certeza que não ia gostar da aula de hoje, já fui com esse pensamento. Leitura dos Diários. Sentei lá no auditório com meu diário escrito a mão todo feio e podre muito mal feito, ridículo de verdade. Allison começou, com seu computador ou celular, sei lá o que é aquilo foi lendo daquele jeito bem rude que ele tem, mas que já acostumei. Depois da leitura dele a Cleice comentou, a pedidos da Wlad, ela disse algo de ter sido muito duro, mas sinceramente eu não esperava outra coisa dele. Logo depois Cleice foi ler o seu, eu tentei, mas não deu uma hora eu já tava na Lua pensando o que eu queria comer, foi muito longo e cansativo. O Enoque leu o dele bem do jeito dele também, sempre reclamando de alguma coisa, ultimamente ando me identificando nisso com o Enoque, de sempre estar reclamando de alguma coisa, a diferença é que ele fala e eu reclamo pra mim mesma.
O da Karla pra mim foi o melhor, bem escrito e dava bem pra visualizar a aula. A Taynah leu o dela também, ela melhorou muito na escrita, muito mesmo, conheço os textos dela e posso dizer bem isso. Lembro que o Marco tava muito nervoso, como sempre, mas não lembro dele lendo mas não tenho certeza se ele não leu. Depois um monte de gente leu, já tava tudo misturado na minha cabeça e eu já queria ler logo o meu pra acabar com aquele sofrimento. A aula acabou e não deu tempo de ler o meu, pra aula que vem.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sétimo Encontro.

Oi, não fui pra aula porque eu jurava que não ia ter. Amanhã é feriado e to mal acostumada com faculdade que tudo é motivo pra não ter aula. Federal é diferente, Lulu.
Andei reparando como sou mimada lendo as coisas que escrevo.
Perdi a aprensentação das coreografias que tivemos que fazer na aula passada, A Wlad pediu na aula passada pra buscar uma alma, pegar o jeito de andar /falar de alguem tinha pensado em um amigo Tomaz, mas depois achei melhor fazer meu pai nas suas tardes de bebida, falando mais devagar que o mundo e se perdendo. Também eu teria que ter levado uma foto de uma paisagem, pensei em mosqueiro, minha casa, na verdade casa do meu pai, que morou lá por dois anos direto. Meu pai é doido, mas eu adoro doido!
Pois é, bora ver o que tem que fazer com essas coisas que tenho e não mostrei pra ninguem, como sempre.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Sexto Encontro.

A aula começou com mais leitura de diários, não tenho nada em mãos mesmo e ainda acho bem chatinho e tudo ficando meio repetitivo, mas vou ficar no meu canto já penso todo mundo me bate? A Wlad ainda brigou com a turma e diretamente comigo por deitar na hora da aula, to de mau humor e de TPM com certeza, fiquei sentida. Nada a ver, eu sei que não tem nada a ver, mas continuo sentida e ta tudo dando nó na minha cabeça. Ai no final de escrever isso ainda fico rindo. UM PALAVRÃO MUITO GRANDE.
Na segunda parte ela pediu pra fazermos a mesma coisa que fazemos quando chegamos em casa, só com os movimentos primeiramente em um espaço e depois aumentando. Me perdi completamente, já tava ali de mau humor, com preguiça e sei lá, cada vez que eu chego em casa eu faço uma coisa diferente, nunca chego em casa no mesmo horário, dependendo de quem tiver em casa e/ou acordado eu faço uma coisa diferente, depende se eu já comi na rua, do que eu fiz antes e até mesmo se eu voltei pra casa. Depois ela pediu pra fazer os movimentos com uma música que nos deixasse muito felizes, no momento que eu to eu quero é escutar a musica de morte. Pensei em milhões de musicas e não consegui ficar com nenhuma, depois ela pediu pra mudar os movimentos, deixá-los mais leves e bonitos. Me perdi completamente, ficava olhando para os lados o tempo todo, foi horrível. Já quero meu bom humor de volta, cadê?

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Quinto Encontro.

Dia difícil, olha. Mas a vida segue e na aula passada Wlad pediu que levássemos uma música que lembrasse nossa infância, esqueci completamente durante a semana e fui lembrada só na hora, mas já havia pensando em que musica no dia que o trabalho foi dado. Peguei a primeira que veio na minha cabeça, “a casa” do Toquinho. Uma das cenas mais antigas que eu tenho, estávamos na casa da minha avó e o Cd do Toquinho tocando e a minha tia Mônica dizendo pra minha irmã que a música dela era “Aquarela’ e do meu irmão “O Caderno” ou vice-versa ou qualquer uma daquelas todas, lembro que eu fiquei meio triste porque ela disse que a minha era “A Casa”, fiquei toda triste me sentindo um bobo e um número zero, quando de repente meu Tio André (essa aula tem que levar o nome dele, é sério), cantou essa música só pra mim e mostrou que ela só parecia vazia mas que tinha muita alegria lá dentro, era só saber procurar. Achei aquilo lindo, ainda mais que vou poder mostrar um pouquinho de mim la pra sala, já que acho que sou a mais fechada e distante de todos, mas enfim são nessas horas que eu entendo o porque da minha música ter sido aquela. Cantei e não consegui segurar o choro, o dia já não tinha sido dos melhores e meu tio faleceu mais ou menos um ano e meio, era meu padrinho, tenho lembranças muito boas dele e sem duvida nenhuma era a pessoa que eu mais me identificava da família.
A Aninha começou, com um panetone começou a cantar “Então é Natal”, não sei direito o que eu achei porque sempre fico muito triste em relação ao Natal, prefiro nem comentar. Enoque cantou “se essa rua fosse minha” deitado no chão, bem legal. Não lembro direito o que o Diego cantou, foi alguma coisa relacionada a sair de casa. Cleice já levantou chorando, cantando uma musica tão bonitinha, de brincadeira que eu nunca tinha escutado. A Jaqueline não cantou musica nenhuma, mas contou de quando o irmão dela matou o gato dela e com isso foi a perda da inocência dela. To ficando muito fria, eu acho e não ando comprando muito o drama dos outros, assim, todos foram muito bonitos, mas me senti muito triste de verdade não só por tudo meu, mas exatamente pelo fato de não comprar mais o drama dos outros, eu gostava tanto deles. Não sei o que ta acontecendo.
Na segunda parte, algumas pessoas leram seus diários, sinceramente, não prestei atenção em quase nenhum.